sábado, 19 de abril de 2014

AS SETE LÁGRIMAS DE UM PRETO VELHO

Bom dia, Amigos na Luz.

Eu gostaria de trazer a vocês um dos textos mais lindo que já li.

Ele mostra como o amor de nossos Pretos Velhos nos acalenta a alma, mas também nos chama para a luta, todos os Guerreiros de Aruanda, Todos os trabalhadores na seara da Luz.

Que possamos ter claro, o quanto o trabalho de cada pessoa e importante e necessários para uma casa de Luz estar pronta para receber os nossos irmãos necessitados de tratar o corpo e a alma.

E que ninguém faz um trabalho menor.

Desde o Dirigente da casa espiritual, ate o irmão que limpa as dependências, todos são necessários e ninguém e mais importante do que o outro.

Que Olorum (Deus) abençoe a todos os trabalhadores da Luz.

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Palestra :
Espiritualidade Básica 1 a 4 - Espiritualidade 101
“TUDO QUE VOCÊ GOSTARIA DE SABER SOBRE ESPIRITUALIDADE E TINHA CURIOSIDADE DE PERGUNTAR”

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1) Mecanismos da Espiritualidade
2) Mundos Espirituais que rodeiam a Terra.
3) Corpos Espirituais
4) Obsessão e Desobsessão.
5) Técnica de Proteção Espiritual
6) Planos espirituais, que filosofia eles seguem?

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 As sete lágrimas de um Preto Velho.
(http://www.umbandaesoterica.com.br/aclPVelhos1.html)

"Num cantinho de um terreiro, sentado num banquinho, pitando o seu cachimbo, um triste Preto Velho chorava. De seus olhos molhados, lágrimas lhe desciam pela face e não sei por que as contei. Foram sete. Na incontida vontade de saber, aproximei-me e o interroguei.

- Fala meu Preto Velho, diz a este teu filho, por que externa assim, esta tão visível dor?

- Está vendo, filho, estas pessoas que entram e saem do terreiro? As lágrimas que você contou, estão distribuídas a cada uma delas.

- A primeira lágrima foi dada aos indiferentes, que aqui vem em busca de distração. Que saem ironizando e criticando, por aquilo que suas mentes ofuscadas não puderam compreender.

- A segunda, a esses eternos duvidosos que acreditam, desacreditando. Sempre na expectativa de um milagre, que os façam alcançar aquilo que seus próprios merecimentos lhes negam.

- A terceira, aos maus. A aqueles que procuram a Umbanda em busca de vinganças, desejando prejudicar a um seu semelhante.

- A quarta, aos frios, aos calculistas. Aos que, ao saberem da existência de uma força espiritual, procuram beneficiar-se dela, a qualquer preço, mas não conhecem a palavra gratidão e nem a Caridade.

- A quinta lágrima, vê como chega suave? Ela tem o riso, do elogio e da flor dos lábios. Mas se olhares bem, no seu semblante, verá escrito: 'Creio na Umbanda.
Creio nos teus Caboclos, nos teus Velhos, e no teu Zambi, mas somente se vencerem no meu caso ou me curarem disso ou daquilo'.

- A sexta, eu dei aos fúteis que vão de Terreiro em Terreiro, sem acreditar em nada, buscando aconchegos e conchavos. Mas em seus olhos revelam um interesse diferente.

- A sétima, filho, notas como foi grande? Notou como deslizou pesada? Foi a última lágrima. Aquela que vive nos Olhos de todos os Orixás e de todas as entidades. Fiz doação desta aos Médiuns. Aos que só aparecem no Terreiro em dia de festa. Aos que se esquece de suas obrigações. Aos que esquecem que existem tantos irmãos precisando de caridade, tantas 'crianças' precisando de amparo. Da mesma caridade e do mesmo apoio que eles próprios, um dia aqui vieram buscar.

Assim, filho meu, foi para esses todos que vistes cair, uma a uma,


AS SETE LÁGRIMAS DE UM PRETO VELHO.

sexta-feira, 18 de abril de 2014

PASCOA – RENASCIMENTO ESPIRITUAL

Uma Pascoa Maravilhosa, com muito Amor, Luz e Paz, para todos vocês e seus familiares.

E que todos se lembrem do real significado da Pascoa:

O Renascimento.

Que possamos em nossa vida trazer o eterno renascimento do espiritual, para assim podermos buscar a vida eterna.

A Vida eterna dentro da seara da Luz. A Vida eterna no trabalho de ajuda aos que necessitam curar seus corpos e almas. A Vida eterna com Amor e Fraternidade.

Como Eternos trabalhadores da Luz, sendo instrumentos do Divino na evolução.

Que Deus abençoe a cada um de vocês.

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1) Mecanismos da Espiritualidade
2) Mundos Espirituais que rodeiam a Terra.
3) Corpos Espirituais
4) Obsessão e Desobsessão.
5) Técnica de Proteção Espiritual
6) Planos espirituais, que filosofia eles seguem?

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--“A Páscoa é uma festa cristã que celebra a ressurreição de Jesus Cristo. Depois de morrer na cruz, seu corpo foi colocado em um sepulcro, onde ali permaneceu, até sua ressurreição, quando seu espírito e seu corpo foram reunificados. É o dia santo mais importante da religião cristã, quando as pessoas vão às igrejas e participam de cerimônias religiosas.”--


--“O Pessach, ou Passover, a Páscoa judaica. É uma das mais importantes festas do calendário judaico, que é celebrada por 8 dias e comemora o êxodo dos israelitas do Egito durante o reinado do faraó Ramsés II, da escravidão para a liberdade. Um ritual de passagem, assim como a "passagem" de Cristo, da morte para a vida.”--

http://wwwusers.rdc.puc-rio.br/kids/test/kidcafe-esc/significado.ht

domingo, 13 de abril de 2014

OBSESSÃO - ISSO ACONTECE COMIGO?

Amigo na Luz, se neste momento que esta lendo este texto, estiver encarnado, então sim, a obsessão pode estar acontecendo com você sim, mesmo se você ainda não percebeu.

E se estiver desencarnado, acompanhando a leitura deste texto, também a uma chance de você até estar sofrendo algum tipo de obsessão também.

O ponto para que isso aconteça. E não estar equilibrado energeticamente e estar vibrando energias densas e danosas para-nos mesmos.

A única forma de não estar sofrendo Obsessão, e estar equilibrado, vibrando níveis sutis de energias (Salutares) e ainda não ter dividas cármica muito pesadas, bom, amigos na luz, perceberam que poucos seres humanos encarnados e desencarnados conseguem estar assim.

Então o que e Obsessão?

Deixa-me perguntar para vocês, se nos queremos nos alimentar? O que precisamos fazer?

Arrumamos um emprego, para conseguirmos dinheiro, para adquirir os alimentos.

Se morássemos no interior, ainda assim precisaríamos de dinheiro para comprar sementes, criação, etc.

Também podemos filar a boia na casa de alguém? Só se for muito, mais muito espaçoso.

Então o dinheiro, e algo necessário, neste nível, para nos alimentar, certo?

No caso de seres desencarnados, e mais especificamente, os seres que desencarnaram e que estão nos umbrais, vales e abismo, nos locais mais densos que existem aqui na terra, eles como nos sentem fome.

E qual e a forma que eles têm para se alimentar?

Ele se aproxima de alguém, aqui no nível físico, tentam se sintonizar a esta pessoa, ficam ao seu lado, as acompanham, e tentam puxar este alimento, das energias (chacras e aura) geradas e dos alimentos que são absorvidos pelo encarnado.

Assim como um ser desencarnado que e fumante, alcoólatra ou viciado em drogas absorvem estas energias dos viventes da mesma forma.

Vocês me falam, e só isso?  Estes seres se alimentam só deste tipo de energia?

Amigos na luz, estes seres, que se alimentam destas energias, são apenas uma pequena parcela, das obsessões, as que chamamos de Obsessões simples.

Mais amigos na luz existem seres muito densos, que não se satisfazem com este nível de energia, eles se alimentam de emoções e pensamentos mais densos e pesados.

Um ser deste tipo, pode facilmente fazer que uma pessoa entre numa depressão muito forte, para ter a energia que necessita, e fazer da pessoa uma bateria viva, e ter alimento para muito tempo.

Estes seres obsediam os encarnados, porque temos o corpo físico, temos ectoplasma, que são energias interdimensionais, fazendo com que eles possam também usar isso como moeda de troca, nos vales e abismos, este e o pagamento dos seres densos, o ectoplasma, uma energia quase física/espiritual.

Ai está o que chamamos de Obsessões medias e complexas

Amigos na luz, ainda existem formas piores de obsessão, estes seres mais densos, que são uma minoria no astral, podem levar uma pessoa a cometer um suicídio, a pessoa após o suicídio, vai continuar com todos os sentimentos de antes,  adicionando a culpa de ter se matado, elas se tornam baterias vivas, que podem ser levadas para seres dos abismos, que são seres que de tão densos, não conseguem vir aqui para o físico.

Amigos na Luz, neste momento vão me perguntar, onde está nossa proteção? Nossos Guias? Nossos Mentores?

Eles estão lá, vão nos acompanhar, mais não podem interferir em nosso livre arbítrio.

Eles esperam o momento em que aquele processo que estamos vivendo, chegue ao fim do desgaste cármico, isso sempre dentro da lei maior, da justiça divina e do merecimento de todos os envolvidos.

Neste momento, eles vão poder nos ajudar. E o universo traz junto a eles recursos, para resgate, e finalização daquele processo.

Amigos na luz, temos que buscar nossa espiritualidade, temos que trabalhar nosso interior, tanto emocional, mental e físico.

Viver como nosso amado mestre Jesus pediu: Orai e Vigiai, com muito Amor e fraternidade.

Desta forma, teremos o equilíbrio e poderemos sentir estes seres que se aproxima de nos.

Que Deus nos ilumine a todos, para que possamos sempre trazer dentro de nosso coração a maior proteção que existe, o Amor.

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1) Mecanismos da Espiritualidade
2) Mundos Espirituais que rodeiam a Terra.
3) Corpos Espirituais
4) Obsessão e Desobsessão.
5) Técnica de Proteção Espiritual
6) Planos espirituais, que filosofia eles seguem?

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Charge 55- Amigo Secreto



O que é obsessão?

Nas últimas décadas a obsessão vem crescendo na Terra, causando perturbações e
sofrimentos os mais variados.

Quem deseja viver bem deve esforçar-se para evitar as obsessões. Mas há muita gente que não conhece o assunto.

Obsessão é a insistência de um Espírito mau ou ignorante sobre determinada pessoa,agindo seguida e constantemente, transmitindo-lhe idéias negativas, estimulando vícios, perseguindo-a, sugando-lhe as energias e roubando-lhe sensações.

Ela é uma doença, só que é doença da alma. A nossa alma é que favorece as condições necessárias para as obsessões poderem se instalar.

Allan Kardec especificava dessa forma a Obsessão Simples:
ela pode ocorrer na prática mediúnica (que exige conhecimento e vigilância);
ela acontece quando um Espírito malfazejo se impõe ao médium, intromete-se nas
comunicações de outras entidades bem intencionadas e, enfim, não lhe dá sossego para o exercício tranqüilo da mediunidade.

A obsessão é o domínio que um espírito exerce sobre alguém. Esse domínio ocorre em variados graus, desde os mais leves até aqueles que vão da fascinação à subjugação, podendo chegar à possessão.

Os bons Espíritos não obsediam. Aconselham seus protegidos encarnados para um
procedimento ético. Se não são ouvidos, retiram-se, mas não os forçam a nada.
Os perversos, ao contrário, aproximam-se geralmente atraídos por más tendências do encarnado. Ou então, buscam prejudicar pessoas boas, geralmente as que conduzem obras redentoras, para destruir-lhes o trabalho. Com esse intuito, tentam passar por "bonzinhos", dando comunicações como se fossem grandes e nobres figuras da Espiritualidade.

Seriam os que Kardec chamou de "falsos profetas da Erraticidade". Se conseguem dominar o encarnado, terminam por identificar-se com seu Espírito e o conduzem como a uma verdadeira criança.

Classificação

O Codificador da Doutrina Espírita classificou didaticamente as Obsessões como:
obsessões simples, fascinação e subjugação.

A ação nefasta de Espíritos irresponsáveis ou vingativos sempre se faz a quem lhes
oferece campo pela vida desregrada, cheia de vícios e iniqüidades.

A Espiritualidade esclarece que, na maior parte das obsessões, os encarnados são os responsáveis, pois se envolvem com toda sorte de negativismo, através da emissão de pensamentos comprometedores, os quais depois passam a ser estimulados pelos acompanhantes invisíveis que atraem.

Sentimentos e atos de crueldade, bem como tristeza, desânimo, maledicência e
leviandade, podem provocar desarmonia mental, além de oferecer campo adequado à aproximação e domínio de entidades também perversas. Dessas aproximações podem resultar desde alergias de tipo cutâneo até casos mais graves de domínio psíquico.

Obsessão simples

A obsessão é a ação voluntária, tenaz, que um Espírito inferior exerce sobre uma pessoa com o objetivo de dominá-la e prejudicá-la; em geral, pelo simples prazer de infelicitar a pessoa.

No número das dificuldades que a prática do Espiritismo apresenta é necessário colocar a da obsessão em primeira linha (237 LM). Trata-se do domínio que alguns Espíritos podem adquirir sobre certas pessoas. São sempre os Espíritos inferiores que procuram dominar, pois os bons não exercem nenhum constrangimento. Os bons aconselham, combatem a influência dos maus, e se não os escutam preferem retirar-se. Os maus, pelo contrário, agarram-se aos que conseguem prender. Se chegam a dominar alguém, identificam-se com o Espírito da vítima e a conduzem
como se faz com uma criança.

A obsessão simples (238 LM) verifica-se quando um Espírito malfazejo se impõe a um médium, intromete-se contra a sua vontade nas comunicações que ele recebe, o impede de se comunicar com outros Espíritos e substitui os que são evocados.
Não se está obsedado pelo simples fato de ser enganado por um Espírito mentiroso, pois o melhor médium está sujeito a isso, sobretudo no início, quando ainda lhe falta a experiência necessária, como entre nós as pessoas mais honestas podem ser enganadas por trapaceiros. Podese, pois, ser enganado sem estar obsedado. A obsessão consiste na tenacidade de um Espírito do qual não se consegue desembaraçar.

Na obsessão simples o médium sabe perfeitamente que está lidando com um Espírito mistificador, que não se disfarça e nem mesmo dissimula de maneira alguma as suas más intenções e o seu desejo de contrariar. O médium reconhece facilmente a mistificação, e como se mantém vigilante raramente é enganado. Assim, esta forma de obsessão é apenas desagradável e só tem o inconveniente de dificultar as comunicações com os Espíritos sérios ou com os de nossa afeição.
Podemos incluir nesta categoria os casos de obsessão física, que consistem nas
manifestações barulhentas e obstinadas de certos Espíritos que espontaneamente produzem pancadas e outros ruídos.

Fascinação

Já dissemos que muito mais graves são as conseqüências da fascinação. Efetivamente, graças à ilusão que dela decorre, o Espírito conduz o indivíduo de quem ele chegou a apoderar-se, como faria com um cego, e pode levá-lo a aceitar as doutrinas mais estranhas, as teorias mais falsas, como se fossem a única expressão da verdade. Ainda mais, pode levá-lo a situações ridículas, comprometedoras e até perigosas.”

Se o médium não analisa criteriosamente o que recebe em nome de tal Espírito, antes de o divulgar, porque não tenha condições intelectuais ou porque esteja envaidecido poderá passar informações descabidas, que geram desconforto ou demonstram desequilíbrio mental e intelectual.

A fascinação tem conseqüências muito mais graves (239 LM). Trata-se de uma ilusão criada diretamente pelo Espírito no pensamento do médium e que paralisa de certa maneira a sua capacidade de julgar e analisar as comunicações.
O médium fascinado não se considera enganado. O Espírito consegue inspirar-lhe uma confiança cega, impedindo-o de ver a mistificação e de compreender o absurdo do que escreve, mesmo quando este salta aos olhos de todos. A ilusão pode chegar ao ponto de levá-lo a considerar sublime a linguagem mais ridícula.
Enganam-se os que pensam que esse tipo de obsessão só pode atingir as pessoas simples, ignorantes e desprovidas de senso. Os homens mais atilados, mais instruídos e inteligentes noutro sentido, não estão mais livres dessa ilusão, o que prova tratar-se de uma aberração produzida por uma causa estranha, cuja influência os subjuga.

Dissemos que as conseqüências da fascinação são muito mais graves. Com efeito, graças a essa ilusão que lhe é conseqüente o Espírito dirige a sua vítima como se faz a um cego, podendo levá-lo a aceitar as doutrinas mais absurdas e as teorias mais falsas como sendo as únicas expressões da verdade. Além disso, pode arrastá-lo a ações ridículas, comprometedoras e até mesmo bastante perigosas.
Compreende-se facilmente toda a diferença entre obsessão simples e a fascinação.
Compreende-se também que os Espíritos provocadores de ambas devem ser diferentes quanto ao caráter.

Na primeira, o Espírito que se apega ao médium é apenas um importuno pela sua
insistência, do qual ele procura livrar-se.

Na segunda, é muito diferente, pois para chegar a tais fins o Espírito deve ser esperto, ardiloso e profundamente hipócrita. Porque ele só pode enganar e se impor usando máscara e uma falsa aparência de virtude.

As grandes palavras como caridade, humildade e amor a Deus servem-lhe de carta de fiança. Mas através de tudo isso deixa passar os sinais de sua inferioridade, que só o fascinado não percebe; e por isso mesmo ele teme, mais do que tudo, as pessoas que vêem as coisas com clareza.

Sua tática é quase sempre a de inspirar ao seu intérprete afastamento de quem quer que possa abrir-lhe os olhos. Evitando, por esse meio, qualquer contradição, está certo de ter sempre razão.

Subjugação

A subjugação é uma constrição que paralisa a vontade daquele que a sofre e o faz agir a seu mau grado (240 LM). Numa palavra: o paciente fica sob um verdadeiro jugo. A subjugação pode ser moral ou corporal.

No primeiro caso, o subjugado é constrangido a tomar resoluções muitas vezes absurdas e comprometedoras que, por uma espécie de ilusão, ele julga sensatas: é como uma fascinação.

No segundo caso, o Espírito atua sobre os órgãos materiais e provoca movimentos
involuntários. Traduz-se, no médium escrevente, por uma necessidade incessante de escrever, ainda nos momentos menos oportunos.

Vimos alguns que, à falta de pena ou lápis, simulavam escrever com o dedo, onde quer que se encontrassem, mesmo nas ruas, nas portas, nas paredes.

Vai, às vezes, mais longe a subjugação corporal; pode levar aos mais ridículos atos.
Conhecemos um homem, que não era jovem, nem belo e que, sob o império de uma obsessão dessa natureza, se via constrangido, por uma força irresistível, a pôr-se de joelhos diante de uma moça a cujo respeito nenhuma pretensão nutria e pedi-la em casamento. Outras vezes, sentia nas costas e nos jarretes uma pressão enérgica, que o forçava, não obstante a resistência que lhe opunha, a se ajoelhar e beijar o chão nos lugares públicos e em presença da multidão.

Esse homem passava por louco entre as pessoas de suas relações; estamos, porém, convencidos de que absolutamente não o era; porquanto tinha consciência plena do ridículo do que fazia contra a sua vontade e com isso sofria horrivelmente.

Qualidades morais dos médiuns

Aí se verá a influência que as qualidades e os defeitos dos médiuns pode exercer na
segurança das comunicações e quais os que com razão se podem considerar
médiuns imperfeitos ou bons médiuns.

Médiuns imperfeitos (196 LM)

Médiuns obsidiados: os que não podem desembaraçar-se de Espíritos importunos e
enganadores, mas não se iludem.

Médiuns fascinados: os que são iludidos por Espíritos enganadores e se iludem sobre a natureza das comunicações que recebem.

Médiuns subjugados: os que sofrem uma dominação moral e, muitas vezes, material da parte de maus Espíritos.

Médiuns levianos: os que não tomam a sério suas faculdades e delas só se servem por divertimento, ou para futilidades.

Médiuns indiferentes: os que nenhum proveito moral tiram das instruções que obtêm e em nada modificam o proceder e os hábitos.

Médiuns presunçosos: os que têm a pretensão de se acharem em relação somente com Espíritos superiores. Crêem-se infalíveis e consideram inferior e errôneo tudo o que deles não provenha.

Médiuns orgulhosos: os que se envaidecem das comunicações que lhes são dadas; julgam que nada mais têm que aprender no Espiritismo e não tomam para si as lições que recebem freqüentemente dos Espíritos. Não se contentam com as faculdades que possuem, querem tê-las todas.

Médiuns suscetíveis: variedade dos médiuns orgulhosos, suscetibilizam-se com as críticas de que sejam objeto suas comunicações; zangam-se com a menor contradição e, se mostram o que obtêm, é para que seja admirado e não para que se lhes dê um parecer. Geralmente, tomam aversão às pessoas que os não aplaudem sem restrições e fogem das reuniões onde não possam impor-se e dominar.

Médiuns mercenários: os que exploram suas faculdades.

Médiuns ambiciosos: os que, embora não mercadejem com as faculdades que possuem, esperam tirar delas quaisquer vantagens.

Médiuns de má-fé: os que, possuindo faculdades reais, simulam as de que carecem, para se darem importância.

Médiuns egoístas: os que somente no seu interesse pessoal se servem de suas faculdades e guardam para si as comunicações que recebem.

Médiuns invejosos: os que se mostram despeitados com o maior apreço dispensado a outros médiuns, que lhes são superiores.

Todas estas más qualidades têm necessariamente seu oposto no bem.

Bons médiuns (197 LM)

Médiuns sérios: os que unicamente para o bem se servem de suas faculdades e para fins verdadeiramente úteis. Acreditam profaná-las, utilizando-se delas para satisfação de curiosos e de indiferentes, ou para futilidades.

Médiuns modestos: os que nenhum reclamo fazem das comunicações que recebem, por mais belas que sejam. Consideram-se estranhos a elas e não se julgam ao abrigo das mistificações. Longe de evitarem as opiniões desinteressadas, solicitam-nas.

Médiuns devotados: os que compreendem que o verdadeiro médium tem uma missão a cumprir e deve, quando necessário, sacrificar gostos, hábitos, prazeres, tempo e mesmo interesses materiais ao bem dos outros.

Médiuns seguros: os que, além da facilidade de execução, merecem toda a confiança, pelo próprio caráter, pela natureza elevada dos Espíritos que os assistem; os que, portanto, menos expostos se acham a ser iludidos.

É incontestável, bem o sentis, que, isto suscitará contrariedades e até a animosidade de alguns; mas, que importa? A mediunidade se espalha cada vez mais e o médium que levar a mal estas reflexões, apenas uma coisa prova: que não é um bom médium, isto é, que tem a assistência de Espíritos maus.

Ao demais, como já foi dito, tudo isto será passageiro e os maus médiuns, os que abusam, ou usam mal de suas faculdades, experimentarão tristes conseqüências, conforme já se tem dado com alguns. Aprenderão à sua custa o que resulta de aplicarem, no interesse de suas paixões terrenas, um dom que Deus lhes outorgara unicamente para o adiantamento moral deles. Se os não puderdes reconduzir ao bom caminho, lamentai-os, porquanto, posso dizê-lo, Deus os reprova.

(ERASTO.)

sexta-feira, 11 de abril de 2014

Discussão Pineal Materialista/Mago III

--"Ramon,  Eu conheço de Anatomia , sem adjetivos desnecessários . Se a remoção de uma parte do corpo não afeta diretamente a SAÚDE então não afetará o espiritual tb não pois ambos são Vida , entendeu?"--

Acho que vc que não entendeu. Eu estou falando de anatomia espiritual, e não física.

Você percebeu que todas as pessoas que estão lendo o post, menos você, que sabem da existência da parte espiritual entenderam a questão da pineal?

O que entendo, e que você só quer falar da parte física, e não quer nem olhar a questão da fisiologia da alma.

Você percebe que a sua não movimentação para uma área que você tem dificuldade(espiritualidade), nos leva a nenhum lugar.

Por isso, se quer que eu te ouça, também tem que me ouvir.

Sua teoria e:

A pineal por ser muito pequena, e poder ser retirada com um operação não pode ter a importância para a vida espiritual (no caso a mediunidade).

Bom, como vc não leu o que eu escrevi. Você não percebeu, se tirar a pinela, a pessoa não consegue ser médium.

E isso para alguém que deve seguir a reencarnação como médium por causa disso, ela pode perder uma grande oportunidade de desgastar seu carma.

Se eu estou me referindo aos problemas que a pessoa vai ter no plano espiritual, qual e o objetivo de sua discussão.

Espero que isso faça vc se movimentar a pelo menos ler algo da fisiologia da alma. Pode ser que seja sua chance de aproveitar a atual encarnação.

E porque você não arrisca.

Um grande abraço, e muita Luz e Paz em sua caminhada.

Um eternos aprendiz espiritual.

Discussão Pineal  Materialista/Mago I


Discussão Pineal  Materialista/Mago II


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Espiritualidade Básica 1 a 4 - Espiritualidade 101
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1) Mecanismos da Espiritualidade
2) Mundos Espirituais que rodeiam a Terra.
3) Corpos Espirituais
4) Obsessão e Desobsessão.
5) Técnica de Proteção Espiritual
6) Planos espirituais, que filosofia eles seguem?





07.01- PELO ESPIRITISMO

Livro Missionários da Luz – Capitulo 2 – André Luiz.

O instrutor espiritual Alexandre faz as seguintes observações:
“ A Epífise é a glândula da vida mental. Ela acorda no organismo do ser humano, na puberdade, as forças criadoras e, em seguida, continua a funcionar, como o mais avançado laboratório de elementos psíquicos da criatura terrestre.

Ela preside os fenômenos nervosos da emotividade, como órgão de elevada expressão no corpo etéreo”.

Esclarece Rosana Felipozzi (Revista Espiritismo & Ciência nº 37)

De acordo com essas informações podemos aprender que a epífese ou glândula pineal é a glândula que controla o desenvolvimento das faculdades criadoras as quais são liberadas a partir dos 14 anos, permitindo a cada um de nós reabrir nosso mundo emotivo com a bagagem da experiência sexual adquirida em outras vidas.

Fica situado dentro do cérebro atrás das camadas ópticas, no centro do encéfalo.

A ciência apesar dos estudos constantes e avançados a propósito da real função orgânica dessa glândula, não chegou ainda aos resultados finais.

Para os palingenesistas (reencarnacionistas, kardecistas, esotéricos, iogues, etc) a glândula Pineal é tida como a glândula da vida espiritual ou glândula da vida mental.

Descartes chegou a denominá-la “sede da alma racional” e “glândula do saber”, e até Nostradamus arriscou conceituá-la de “ a antena mais fina e alta de nosso sistema nervoso central” .

Está constatada pela ciência, que esta glândula sofre modificações desde a vida uterina do ser, mutações que são observadas até os 6 ou 7 anos, o que coincide com as noções espíritas relativas a consolidação do processo reencarnatório, em especial a fixação definitiva do espírito ao organismo físico.

Segundo André Luiz, “... a epífese parece constituir-se em verdadeiro freio “as manifestações do sexo na fase do desenvolvimento do corpo e da adaptação do espirito a ele. A partir da puberdade (14 anos mais ou menos) a glândula pineal se ajusta ao organismo passando a atuar como uma porta de liberação de sensações e impressões na esfera emocional, potencializando a sexualidade e os instintos naturais de reprodução ligado ao afeto que une as pessoas e suas existências.

É certo que as glândulas genitais segregam hormônios do sexo, mas a glândula pineal é quem direciona e preside as funções dela” .

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07.02 - WALDO VIEIRA – LIVRO PROJECIOLOGIA – Página 141.

EPÍFESE: Recebeu o nome de glândula pineal, por ter o formato de um cone de pinheiro.

Pineal (Latim: pinus; pinha, forma cônica).

Localização: Glândula endócrina, situado no interior do cérebro, situado entre os dois hemisférios cerebrais, no alto da coluna vertebral. Exatamente no mesencéfalo.

Sinônimos encontrados: Sede da alma, 3ª Visão, Olho de Shiva, Antena sensitiva, 3º Olho, conarium.

Anatomia: É um corpo oval puniforme, semelhante ao da semente do pinheiro. Órgão diminuto do tamanho de uma ervilha, coloração róseo-acinzentada, peso aproximado de 100 mg, cerca de 8 x 5 mm. A pineal é invervada pelo sistema nervoso autônomo.

Fisiologia: Até algumas décadas atrás a pineal era tida como uma relíquia evolutiva remanescente, um apêndice sem utilidade.

Melatonina: A glândula pineal segrega um hormônio próprio a melatonina (5 methoxi N-acetil triptamina) que inibe a química da maturação sexual e parece reagir a escuridão. Em outras palavras a luz inibe a produção de melatonina pela glândula pineal.

Efeitos da Melatonina: Adia o início da puberdade, diminue o peso das gônadas, diminui a progesterona ovariana, aumenta o metabolismo da testoterona no fígado, auamenta a síntese da progesterona, auamenta a serotonina da pituitária, inibe as contrações uterinas, suprime a ovulação espontânea ou induzida.

Cordão Astral: Estudos por sensitivos projetados fora do corpo, admitem que a pineal é onde se liga o cordão astral atrás da nuca unindo os dois corpos (soma + psicossoma) quando existe um desdobramento.

Paranormais: Necropsias feitas em sensitivos, comprovaram que a pineal é bem maior do que em pessoas normais. Na índia uma necropsia feita num hindu, comprovou-se que a sua pineal era o dobro de tamanho.

Aparelho de Telégrafo: Curiosamente a pineal apresenta grande semelhança de forma e estrutura com certa peça do aparelho receptor da telegrafia sem fio, que ainda contém pequenas partículas, que parecem também com o tecido arenoso da glândula.

Waldo Vieira

07.03 - FENOMENOLOGIA ORGÂNICA E PSÍQUICA DA MEDIUNIDADE

Prof. Sérgio Felipe de Oliveira

No fenômeno mediúnico, trabalhamos com a hipótese de que o órgão sensorial é a glândula pineal. Já dissemos que todo fenômeno de sensopercepção, envolve um órgão sensorial que capta o estímulo e uma área do córtex cerebral que processa a informação, tornando esse estímulo acessível à razão, ao auto-domínio. Por exemplo, os olhos, como órgãos sensoriais, captam a imagem e esta é processada no córtex occipital, que é área de percepção cortical.

Assim também, no caso da pineal, ela captaria o estímulo mediúnico, através de ondas magnéticas vindas do universo paralelo ou mundo espiritual, e esse estímulo seria enviado ao lobo frontal, que se incumbiria das conexões necessárias, a fim de que o indivíduo assumisse o domínio sobre esse intercâmbio, entre o seu universo mental e cerebral e o mundo espiritual.

Mas não é dessa forma que acontece na maior parte das vezes. Por que?

- Pelo seguinte: para que você utilize o lobo frontal, usufrua de seus recursos como elemento processador das captações mediúnicas vindas da pineal, você precisa ter um treinamento, um desenvolvimento de sua estrutura psíquica.

Então, o indivíduo que desenvolve e alimenta dentro de si a transcendência, a capacidade de amar, de tolerar, de resolver problemas, expande essas áreas do lobo frontal; sem essas qualidades psicológicas, não há desenvolvimento dessa importante região do seu cérebro. Se não houver interesse pela transcendência, não há um processamento cognitivo da captação mediúnica.

Então o que acontece?
Essa captação vai ser drenada para áreas mais interiores do cérebro, mais primitivas, como a do hipotálamo. Desse modo, o indivíduo fora do circuito da compreensão da sua capacidade de elaborar aquilo que absorve da Espiritualidade, não usa a percepção mediúnica, não se interessa em usufruir dos benefícios que ela pode oferecer.Como conseqüência, toda a captação realizada pela pineal é drenada para as estruturas adjacentes do córtex, mormente o hipotálamo.

O que ocorre, então?

No hipotálamo temos a sede dos comportamentos psicobiológicos. Nele, estão as áreas da fome, da sexualidade, da agressividade e por ele transita o sistema reticular ativador ascendente, responsável pelo estado de sono e vigília. Assim, o fenômeno mediúnico pode trazer transtornos nessas áreas.

Ora, veja que coisa interessante, esses comportamentos, que são inerentes a essa área do cérebro, o hipotálamo, fazem parte do que poderíamos chamar psicologia biológica; não é preciso aprender, já se nasce sabendo dormir e acordar, já se tem instinto sexual e de preservação da vida, onde a fome está incluída; do mesmo modo, já existem pulsões agressivas, seja para a coragem, que seria uma elaboração positiva da agressividade, seja para a irritabilidade. Um bebê fica irritável, não é mesmo?

Os estados depressivo e fóbico também são comuns, inclusive nos animais, assim como os estados agressivos violentos.

Podemos ter, portanto, a auto-agressividade que é todo um processo psíquico de auto-anulação, que se expressa pela depressão ou fobia, e a heteroagressividade que é irritabilidade e violência.
Se o indivíduo não usa a sua capacidade de transcendência, de fazer juízo de valor, de contatar esse universo paralelo que nos cerca, que é a espiritualidade, ele fica com o lobo frontal paralisado.

A captação da pineal é, então, dirigida para o hipotálamo, potencializando esses comportamentos. Que conceitos tiramos daí? Que o fenômeno mediúnico nem sempre se manifesta na forma de fenômeno paranormal, boa parte das vezes, expressa-se na exacerbação de sintomas.

Como é que isso se verifica? Da seguinte forma: ondas magnéticas que vêm da influência espiritual são captadas pela pineal, como acontece no telefone celular, e essa energia é jogada para o hipotálamo, circula nesse território, atuando nas áreas responsáveis por esses comportamentos psicobiológicos, potencializando os seus efeitos. Com isso, o indivíduo pode ter uma fome incrível, que não se justifica por suas necessidades metabólicas, ou anorexia; alterações do sono: muita sonolência ou ausência dele; alterações do estado de humor, torna-se irritável, agressivo, depressivo, fóbico ou até mesmo violento; ou ainda ter problema na área da sexualidade, sobretudo a dificuldade de formar vínculos. (...)

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07.04 - BIOPSICOENERGÉTICA:

Segundo Lívio Vinardi, o Vórtice (chacra, centro vital) coronário está ligado diretamente a epífese que internamente liga-se com a hipófise que está ligada ao vórtice Frontal situada entre os dois olhos (no meio da sobrancelhas).

A glândula Pineal é responsável pelas percepções Extra-Sensoriais Passivas e Ativas nos seres humanos. Clarividência, mediunidade. A glândula Pineal é a responsável pela interconexão energética oriundas do Plano Etérico ou mais sutil do plano astral.

07.05 - YOGA:

Dr. Navneet Shah M. D. FICA (EUA) Clínico Endocrinologista (C) 6425566

A retina e a glândula pineal ( o '3º olho' ou o 'trono da alma', segundo Rene Descartes) estão equipados com células foto-receptoras e podem ser considerados como orgãos foto-sensíveis.


Assim como o reino vegetal se baseia na clorofila e na fotossíntese, diretamente dependente do Sol, da mesma forma, algum tipo de 'fotossíntese' de ocorrer no corpo humano, se seguirmos essa hipótese da energia Solar.

Através de algum meio complexo e mediante algum procedimento, essa energia deve entrar no corpo. Há um caminho, através das retinas, até o Hipotálamo chamado Trato Retino-hipotalamico.

Ele leva informações sobre as variações da luz (ciclos de luz & escuridão) para o Núcleo Supra-Quiasmático do Hipotálamo. Deste núcleo, os impulsos viajam através do nervo pineal (Sistema Nervoso Simpático) até a Glândula Pineal.

Esses impulsos inibem a produção de melatonina. Quando os impulsos cessam (de noite ou no escuro, quando a luz não estimula mais o Hipotálamo), cessa também a inibição da Pineal e a melatonina é liberada. A Pineal (ou 3º olho) é então um orgão fotosensível e importante regulador de tempo para o corpo humano.

A glândula Pineal é o comandante de todas as glândulas endócrinas, que controlam todo sistema humoral. Ela também controla todo o rítmo circadiano os ciclos de sono/vigília e retarda o processo de envelhecimento. Ela tem propriedades psíquicas e é o 'trono da alma' - o 3º olho.

É o chakra Ajna do sistema Tântrico. Sua ativaçnao pode ser feita pela prática prolongada da Yoga e certas técnicas de meditação ou ainda pela prática da captação da energia Solar. Essa última não segue os passos da Yoga clássica. A Pineal também inibe o crescimento e a metástase de alguns tumores.

Ela tem um efeito estimulante sobre o sistema imunológico. Nos pássaros e outros animais, ela possui material magnético e é o centro de navegação das aves.

A Pineal normal mede 6x8mm. Pelas tomografias computadorizadas e mapeamentos MRI, a Pineal do Sr. Manek mede 8x11mm (ela aumentou!). Isso, indiretamente, demonstra a importancia do papel desempenhado pela Pineal na transformação da energia.

07.06 - TEOSOFIA

Aqui é interessante transcrever literalmente as anotações de Helena Petrovna Blavatsky porque expressam uma grande parte do que encontramos no Padrão Humi: “Também chamada de Terceiro Olho. É uma pequena massa de substância nervosa, cinza-avermelhada, do tamanho de uma ervilha, aderida à parte posterior do terceiro ventríloco do cérebro. É um órgão misterioso, que, em outros tempos, desempenhou papel importantíssimo na economia humana. Durante a terceira Raça e no início da quarta, existiu o Terceiro Olho, órgão principal da espiritualidade no cérebro humano, local do gênio, o “Sésamo” mágico, que, pronunciado pela mente purificada do místico (ver), abre todas as vias da verdade para aquele que sabe usá-lo (Doutrina Secreta, III, 506).


07.07 - ROSACRUZ:

O corpo pituitário regido por Urano, e a glândula pineal regida por Netuno, são particularmente relacionadas com o lado espiritual de nossa natureza.

07.08 - ALQUIMIA:
O processo alquimista de despertálo e elevá-lo é realizado na medula espinhal onde o sal, o enxofre, o mercúrio e o Azoth são encontrados. Ele é elevado à incandescência pelo pensamento sublime e nobre, pela meditação sobre assuntos espirituais, e pelo altruísmo expresso na vida diária. A segunda metade da energia criadora assim atraída para cima através do canal espinhal, é um espírito-fogo espinhal, a serpente da sabedoria.

É conduzido cada vez mais para o alto e, ao alcançar o corpo pituitário e a glândula pineal no cérebro, faz com que elas vibrem abrindo os mundos espirituais e capacitando o homem a se comunicar com os deuses. Então, este fogo se irradia em todas as direções, permeia todo o corpo assim como sua atmosfera áurica, e o homem se torna uma pedra viva, cujo brilho supera o do brilhante ou o do rubi. ELE é então "A Pedra Filosofal".

Fonte: http://www.fraternidaderosacruz.org/mec.htm

07.09 - A SEDE DA ALMA

O pensamento platônico assim como o aristotélico conduzem à idéia de que a alma tem potencialmente funções específicas e autônomas, mas que depende das oportunidades corpóreas para realizar suas faculdades.

O filósofo e matemático francês Renê Descartes foi o primeiro a aventar esta hipótese (em “Carta a Mersenne”, 1640) quando disse que seria na pineal onde se instalaria a alma (então foi cunhado o termo, “sede da alma”). Se assim for de fato, essa formidável e misteriosa glândula já pode ser considerada como um dos “organismos” mais importantes do corpo humano.

Descartes, no século XVII, toma posse do conhecimento desses legados e impõe um dualismo rígido entre corpo e alma, cabendo à glândula pineal a função de dar viabilidade ao elo de comunicação entre o corpo e a alma (Junqueira Filho, 1995).

07.10 - PINEAL RETIRADA CIRURGICAMENTE:

A retirada cirurgicamente da GLANDULA PINEAL não esclarece a questão sobre ela ser o órgão físico responsável pela ligação entre o plano espiritual e o plano físico, pois não se tem notícia de operações em MÉDIUNS OU SENSITIVOS.(Beraldo)








No relato do Espírito André Luiz, através da psicografia de Chico Xavier ocorrida em 1943, no livro Missionários da Luz (1), o orientador Alexandre faz as seguintes considerações: "... analisemos a epífise como glândula da vida espiritual do homem. Segregando energias psíquicas, a glândula pineal conserva ascendência em todo o sistema endócrino. Ligada à mente, através de princípios eletromagnéticos do campo vital, que a ciência comum ainda não pode identificar, comanda as forças subconscientes sob a determinação direta da vontade. As redes nervosas constituem-lhe os fios telegráficos para ordens imediatas a todos os departamentos celulares, e sob sua direção efetuam-se os suprimentos de energias psíquicas a todos os armazéns autônomos dos órgãos...".
O Dr. Sérgio Felipe de Oliveira, médico, pesquisador do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo, em seu estudo sobre a pineal (2), chegou à seguinte conclusão: "A pineal é um sensor capaz de 'ver' o mundo espiritual e de coligá-lo com a estrutura biológica. É uma glândula, portanto, que 'vive' o dualismo espírito-matéria. O cérebro capta o magnetismo externo através da glândula pineal".

A ciência médica avança nos estudos acerca do funcionamento da epífise, mas há muito que pesquisar sobre esta minúscula glândula localizada no centro do encéfalo. Acredito que as visões da EQM, bem como as transformações ocorridas com os experientes têm a participação direta da glândula pineal que, nas manifestações da EQM, tem ascendência sobre o lobo temporal e sistema límbico. É interessante ressaltar que alguns pesquisadores encontraram sobreviventes de EQM cujos enredos, do outro lado, envolveram uma retrospectiva de vidas passadas. Muitos desses sobreviventes passam a aceitar a reencarnação como um fato normal da vida.

Relato do espírito André Luiz



"Enquanto o nosso companheiro se aproveitava da organização mediúnica, vali-me das forças magnéticas que o instrutor me fornecera, para fixar a máxima atenção no médium. Quanto mais lhe notava as singularidades do cérebro, mais admirava a luz crescente que a epífise deixava perceber. A glândula minúscula transformara-se em núcleo radiante e, em derredor, seus raios formavam um lótus de pétalas sublimes.

Examinei atentamente os demais encarnados. Em todos eles, a glândula apresentava notas de luminosidade, mas em nenhum brilhava como no intermediário em serviço.

Sobre o núcleo, semelhante agora a flor resplandecente, caía luzes suaves, de Mais Alto, reconhecendo eu que ali se encontravam em jogo de vibrações delicadíssimas, imperceptíveis para mim.

Estudara a função da epífise nos meus apagados serviços de médico terrestre.

Segundo os orientadores clássicos, circunscreviam-se suas atribuições ao controle sexual no período infantil.

Não passava de velador dos instintos, até que as rodas da experiência sexual pudessem deslizar com regularidade, pelos caminhos da vida humana.

Depois, decrescia em força, relaxava-se, quase desaparecia, para que as glândulas genitais a sucedessem no campo da energia plena.

Minhas observações, ali, entretanto, contrastavam com as definições dos círculos oficiais.

Como o recurso de quem ignora é esperar pelo conhecimento alheio, aguardei Alexandre (o instrutor) para elucidar-me, findo o serviço ativo.

— Conheço-lhe a perplexidade — falou o instrutor. — Também passei pela mesma surpresa, noutro tempo. A epífise é agora uma revelação para você.

— Não se trata de órgão morto, segundo velhas suposições — prosseguiu ele. — É a glândula da vida mental.

Ela acorda no organismo do homem, na puberdade, as forças criadoras e, em seguida, continua a funcionar, como o mais avançado laboratório de elementos psíquicos da criatura terrestre.

O neurologista comum não a conhece bem.

O psiquiatra devassar-lhe-á, mais tarde, os segredos.

Os psicólogos vulgares ignoram-na.

Freud interpretou-lhe o desvio, quando exagerou a influenciação da “libido”, no estudo da indisciplina congênita da Humanidade.

Enquanto no período do desenvolvimento infantil, fase de reajustamento desse centro importante do corpo perispiritual preexistente, a epífise parece constituir o freio às manifestações do sexo; entretanto, há que retificar observações.

Aos quatorze anos, aproximadamente, de posição estacionária, quanto às suas atribuições essenciais, recomeça a funcionar no homem reencarnado.

O que representava controle é fonte criadora e válvula de escapamento.

A glândula pineal reajusta-se ao concerto orgânico e reabre seus mundos maravilhosos de sensações e impressões na esfera emocional.

Entrega-se a criatura à recapitulação da sexualidade, examina o inventário de suas paixões vividas noutra época, que reaparecem sob fortes impulsos.

A epífise preside aos fenômenos nervosos da emotividade, como órgão de elevada expressão no corpo etéreo. Desata, de certo modo, os laços divinos da Natureza, os quais ligam as existências umas às outras, na seqüência de lutas, pelo aprimoramento da alma, e deixa entrever a grandeza das faculdades criadoras de que a criatura se acha investida.

— Deus meu! — exclamei — e as glândulas genitais, onde ficam?

O instrutor sorriu e esclareceu:

— São demasiadamente mecânicas, para guardarem os princípios sutis e quase imponderáveis da geração. Acham-se absolutamente controladas pelo potencial magnético de que a epífise é a fonte fundamental. As glândulas genitais segregam os hormônios do sexo, mas a glândula pineal, se me posso exprimir assim, segrega "hormônios psíquicos” ou “unidades-força” que vão atuar, de maneira positiva, nas energias geradoras. Os cromossomos da bolsa seminal não lhe escapam à influenciação absoluta e determinada.

Alexandre fez um gesto significativo e considerou:

— No entanto, não estamos examinando problemas de embriologia. Limitemo-nos ao assunto inicial e analisemos a epífise, como glândula da vida espiritual do homem.

Segregando delicadas energias psíquicas, a glândula pineal conserva ascendência em todo o sistema endócrino.

Ligada à mente, através de princípios eletromagnéticos do campo vital, que a ciência comum ainda não pode identificar, comanda as forças subconscientes sob a determinação direta da vontade.

As redes nervosas constituem-lhe os fios telegráficos para ordens imediatas a todos os departamentos celulares, e sob sua direção efetuam-se os suprimentos de energias psíquicas a todos os armazéns autônomos dos órgãos.

Manancial criador dos mais importantes, suas atribuições são extensas e fundamentais.

Na qualidade de controladora do mundo emotivo, sua posição na experiência sexual é básica e absoluta.

De modo geral, todos nós, agora ou no pretérito, viciamos esse foco sagrado de forças criadoras, transformando-o num ímã relaxado, entre as sensações inferiores de natureza animal.

Quantas existências temos despendido na canalização de nossas possibilidades espirituais para os campos mais baixos do prazer materialista?

Lamentavelmente divorciados da lei do uso, abraçamos os desregramentos emocionais, e daí, meu caro amigo, a nossa multimilenária viciação das energias geradoras, carregados de compromissos morais, com todos aqueles a quem ferimos com os nossos desvarios e irreflexões.

Do lastimável menosprezo a esse potencial sagrado, decorrem os dolorosos fenômenos da hereditariedade fisiológica, que deveria constituir, invariavelmente, um quadro de aquisições abençoadas e puras. (Ver: Epigenética)

A perversão do nosso plano mental consciente, em qualquer sentido da evolução, determina a perversão de nosso psiquismo inconsciente, encarregado da execução dos desejos e ordenações mais íntimas, na esfera das operações automáticas.

A vontade desequilibrada desregula o foco de nossas possibilidades criadoras.

Daí procede a necessidade de regras morais para quem, de fato, se interesse pelas aquisições eternas nos domínios do Espírito.

Renúncia,

abnegação,

continência sexual

e disciplina emotiva não representam meros preceitos de feição religiosa. São providências de teor científico, para enriquecimento eletivo da personalidade.

Nunca fugiremos à lei, cujos artigos e parágrafos do Supremo Legislador abrangem o Universo.

Ninguém enganará a Natureza. Centros vitais desequilibrados obrigarão a alma à permanência nas situações de desequilíbrio.

Não adianta alcançar a morte física, exibindo gestos e palavras convencionais, se o homem não cogitou do burilamento próprio.

A Justiça que rege a Vida Eterna jamais se inclinou.

É certo que os sentimentos profundos do extremo instante do Espírito encarnado cooperam decisivamente nas atividades de regeneração além do túmulo, mas não representam a realização precisa.



O instrutor falava em tom sublime, pelo menos para mim, que, pela primeira vez, ouvia comentários sobre consciência, virtude e santificação, dentro de conceitos estritamente lógicos e científicos no campo da razão.

Agora, aclaravam-se-me os raciocínios, de modo franco.

Receber um corpo, nas concessões do reencarnacionismo, não é ganhar um barco para nova aventura, ao acaso das circunstâncias, mas significa responsabilidade definida nos serviços de aprendizagem, elevação ou reparação, nos esforços evolutivos ou redentores.

— Compreende, agora, as funções da epífise no crescimento mental do homem e no enriquecimento dos valores da alma? — indagou-me o orientador.

— Sim... — respondi sob impressão forte.

— Segregando “unidades-força” — continuou —, pode ser comparada a poderosa usina, que deve ser aproveitada e controlada, no serviço de iluminação, refinamento e benefício da personalidade e não relaxada em gasto excessivo do suprimento psíquico, nas emoções de baixa classe. Refocilar-se no charco das sensações inferiores, à maneira dos suínos, é retê-la nas correntes tóxicas dos desvarios de natureza animal, e, na despesa excessiva de energias sutis, muito dificilmente consegue o homem levantar-se do mergulho terrível nas sombras, mergulho que se prolonga, além da morte corporal. Em vista disso, é indispensável cuidar atentamente da economia de forças, em todo serviço honesto de desenvolvimento das faculdades superiores. Os materialistas da razão pura, senhores de vastos patrimônios intelectuais, perceberam de longe semelhantes realidades e, no sentido de preservar a juventude, a plástica e a eugenia, fomentaram a prática do esporte, em todas as suas modalidades. Contra os perigos possíveis, na excessiva acumulação de forças nervosas, como são chamadas as secreções elétricas da epífise, aconselharam aos moços de todos os países o uso do remo, da bola, do salto, da barra, das corridas a pé. Desse modo, preservavam-se os valores orgânicos, legítimos e normais, para as funções da hereditariedade. A medida, embora satisfaça em parte, é, contudo, incompleta e defeituosa. Incontestavelmente, a ginástica e o exercício controlados são fatores valiosos de saúde; a competição esportiva honesta é fundamento precioso de socialização; no entanto, podem circunscrever-se a meras providências, em benefício dos ossos, e, por vezes, degeneram-se em elástico das paixões menos dignas. São muito raros ainda, na Terra, os que reconhecem a necessidade de preservação das energias psíquicas para engrandecimento do Espírito eterno. O homem vive esquecido de que Jesus ensinou a virtude como esporte da alma, e nem sempre se recorda de que, no problema do aprimoramento interior, não se trata de retificar a sombra da substância e sim a substância em si mesma.

— Entende, agora, como é importante renunciar? Percebe a grandeza da lei de elevação pelo sacrifício? A sangria estimula a produção de células vitais, na medula óssea; a poda oferece beleza, novidade e abundância nas árvores. O homem que pratica verdadeiramente o bem, vive no seio de vibrações construtivas e santificantes da gratidão, da felicidade, da alegria. Não é fazer teoria de esperança. É princípio científico, sem cuja aplicação, na esfera comum, não se liberta a alma, descentralizada pela viciação nas zonas mais baixas da Natureza.

E porque observasse que as instruções lhe tomavam demasiado tempo, Alexandre concluiu:

— De acordo com as nossas observações, a função da epífise na vida mental é muito importante.

— Sim — considerei —, compreendo agora a substancialidade de sua influenciação no sexo e entendo igualmente a dolorosa e longa tragédia sexual da humanidade. Percebo, nitidamente, o porquê dos dramas que se sucedem, ininterruptos, as aflições que parecem nunca chegar ao fim, as ansiedades que esbarram no crime, o cipoal do sofrimento, envolvendo lares e corações...

— E o homem sempre disposto a viciar os centros sagrados de sua personalidade — concluiu Alexandre, solenemente —, sempre inclinado a contrair novos débitos, mas dificilmente decidido a retificar ou pagar.

— Você pergunta se não seria mais interessante encerrar todas as experiências do sexo, sepultar as possibilidades do renascimento carnal. Semelhante indagação, no entanto, é improcedente. Ninguém deve agir contra a lei. O uso respeitável dos patrimônios da vida, a união eliecedora, a aproximação digna, constituem o programa de elevação. É, portanto, indispensável distinguir entre harmonia e desequilíbrio, evitando o estacionamento em desfiladeiros fatais."

Cont...